segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

SENHOR DO BONFIM PADECE COM FINAL DE ANO MELANCÓLICO DA NOVA REALIDADE



A cada dia, fica mais claro que, a despeito do esforço do prefeito Bonfinense Dr. Correia (PTN) e equipe de tentar pintar um quadro de normalidade na administração municipal de Senhor do Bonfim a realidade se apresenta bem mais deteriorada do que se imagina no final do ano de 2014.

Em vários setores, há claros sinais de abandono deliberado.  UPA, PSF Monte Alegre, Academia da terceira Idade, o Complexo Olímpico anexo ao Estádio Pedro Amorim, CAPS, CPS AD, entre inúmeras situações de verdadeiro descaso com a Saúde municipal.   

Os veículos de todos os setores da administração é um verdadeiro crime contra uma população que morre sem o mínimo de dignidade por conta dessa situação de calamidade que se estabeleceu em Bonfim. Hospital Dom Antônio Monteiro, uma das principais promessas de melhorias em campanhas Eleitorais pelo prefeito vive um dos piores momentos de toda sua historia.

Servidores da unidade se encontram em estado de Greve a mais de 8 dias, e o que é pior, sem saber quando irão voltar a ter seus direitos e assim voltar a trabalhar salvado vidas da população mais carente de nossa região.



A Guarda Municipal, outra promessa de campanha eleitoral, que teria a responsabilidade de dar segurança aos prédios e patrimônio da prefeitura, é outro exemplo de desleixo administrativo. As obras de reforma da praça atrás dos Correios paralisaram assim que assumiram o governo e nunca mais colocaram uma pedra.


Ruas esburacadas, iluminação publica é uma vergonha, capinação não existe mais, recuperação de escolas não há sinais, pagamentos aos credores nunca mais.


Há casos absurdos de até secretarias sem gestores. A mesma situação se repete em outras instâncias de segundo e terceiro escalões, com uma equipe de comissionados desmotivada e fazendo vista grossa para os problemas que se avolumam em seus setores.

Melancólico, o fim do segundo ano do governo de Senhor do Bonfim denominado de “UMA NOVA REALIDADE”, marcado por uma serie de desmandos, deixa um mal exemplo na cidade. O sabor amargo da DECEPÇÂO popular que se espraia na prefeitura e em todos os lugares com sinais de desânimo, desinteresse e desgosto, se traduz em negligência com os deveres dos gestores, que afinal de contas têm responsabilidades até o último dia deste Governo. Uma lástima.

TRANSMITIDO PELO MESMO MOSQUITO DA DENGUE, VRUS CHIKUNGUNYA CAUSA PROCUPAÇÃO A POPULAÇÃO


A transmissão do vírus chikungunya  é uma das principais preocupações  do Ministério da Saúde. Nessa época de férias de verão em que ocorrem mudanças climáticas e grande fluxo de pessoas em viagem dentro e fora do país que favorecem a proliferação do vírus, a preocupação é redobrada. A febre chikungunya foi registrada no Brasil pela primeira vez em setembro deste ano. De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde (do dia 15 de novembro), haviam sido identificados 1.364 casos no país, sendo 71 importados e 1.293 diagnosticados em pessoas sem registro de viagem internacional para locais onde há transmissão. Os sintomas incluem febre alta, dor muscular, nas articulações e na cabeça, além de manchas vermelhas pelo corpo, que costumam durar de três a dez dias. A letalidade, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é rara e menos frequente que nos casos de dengue. Para evitar a proliferação do vírus no país o ministério orienta que as pessoas reforcem as ações para eliminar criadouros dos mosquitos.  Como a transmissão ocorre através do Aedes aegypti, mesmo mosquito transmissor da dengue, as medidas de prevenção e controle são as mesmas: verificar se a caixa d’água está bem fechada, não acumular vasilhames no quintal, verificar se as calhas estão entupidas e colocar areia nos pratos dos vasos de planta. Também foram reforçadas medidas de prevenção e identificação de casos. Nas regiões com registro da febre chikungunya, foram constituídas equipes técnicas pelas secretarias de saúde locais para orientar a busca de casos suspeitos e emitir alertas às unidades de saúde e às comunidades. A recomendação do ministério é que – uma vez caracterizada a transmissão sustentada de chikungunya em uma determinada área, com a confirmação laboratorial dos primeiros casos – os demais casos sejam confirmados por critério clínico-epidemiológico, que leva em conta fatores como sintomas apresentados e o vínculo do paciente com pessoas que já contraíram a doença.

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