O
Campeonato baiano de futebol profissional em Senhor do Bonfim terminou, no
último domingo, com o COLO COLO tirando todas as chances do nosso vizinho
representante Jacobina de se não o titulo seguir na disputa por uma boa atuação,
aliás, o título seria impossível para uma equipe que nem Estádio digno tinha
por conta de um prefeito que é e foi acusado pelos torcedores de não gostar de
Esporte. Os Jacobinenses, felizmente, continuam na luta para não ser rebaixada
para segunda divisão de uma competição horrível dirigida por um presidente mercenário
que insiste em se perpetuar no poder da falida Federação Baiana de Futebol. E se não fosse cômico seria trágico ouvir nos
bastidores do Futebol Bonfinense que no próximo Domingo (8) as falidas e
forasteiras equipes do Galícia e Camaçari sediarão um jogo no estádio Pedro
Amorim com um único objetivo, levar o dinheiro dos nossos saturados torcedores
e amantes do Futebol que outrora foram testemunhas de um futebol belíssimo
apresentado por excelentes jogadores de nossa Cidade no perseguido Pedro
Amorim.
Depois do fracasso no futebol amador promovido
por uma Liga (LDB), de dirigentes incompetentes agora, estão dizendo que o
futebol Bonfinense pode estar ultrapassado e, por isso mesmo, precisa ser
repensado. Também penso assim, mas o importante mesmo é que a vida segue e tem
muita coisa acontecendo por aí em relação ao esporte.
Hoje quero dedicar esta coluna aos Desportistas Bonfinense que, a exemplo dos
JACOBINENSES, também teve um ano fracassado no que se refere ao futebol.
Nossa
cidade ainda não conseguiu formar a tão sonhada equipe para disputar se quer
uma segunda divisão que leve o verdadeiro nome da nossa Cidade.
Depois
de Ipitanga, Feirense, alguns desportistas estão querendo empurrar aquela
abaixo o falido “BOSTA FOGO” de Salvador, é mole?
Então, em Bonfim, as coisas estão acontecendo apenas nos
bastidores, com foco na próxima temporada. A eleição para dizer aos Bonfinenses
quem é o padrinho de mais essa melancólica atitude (minha opinião) já começou.
A verdade é que, independentemente de quem seja a ideia, o interesse
mesmo não é de repensar o futebol Bonfinense e sim de explorar de maneira
injusta os fadigados desportistas e torcedores ainda existentes em nossa
cidade.
As coisas precisam acontecer. Os atuais dirigentes, que fazem o
futebol amador têm de “mexer o doce”. Sem um calendário oficial para este segundo
semestre, a direção da Liga Desportiva de Bonfim (LDB) não apresenta nada de
novo apenas é empurrada ladeira abaixo por quem tem interesse apenas de viver
do falido futebol Bonfinense.
Aliás, a direção, que tem no currículo de bons trabalhos, pode
realmente ser uma boa opção para o Campeonato Bonfinense na próxima temporada.
Se bem que, até lá, muita coisa pode passar por baixo da ponte. Um trabalho
diferente poderia mudar a história do nosso futebol, desde que seja feito com
gente séria e do ramo. Se não for dessa maneira, o trabalho será o mesmo de
outras temporadas e essa mesmice levaria nossa cidade mais uma vez ao fracasso.
Fazer um trabalho diferenciado significa estar à frente dos
concorrentes, significa ser superior aos demais e disputar a competição com
autoridade é nossa cidade ter uma equipe que de fato nos represente em uma competição
profissional, sem depender de sorte ou de outros fatores.
Ao que
tudo indica, este é o caminho que os dirigentes deveriam estar buscando e, quem
sabe, possamos ter uma cidade totalmente mudada, completamente diferente em sua
estrutura de futebol a partir de 2016. Entendo que, se não for assim, o futebol
Bonfinense continuará na mesma situação, com dinheiro minguado e sem nenhuma
perspectiva de futuro.